pesquisa

Publicidade




Visitantes online

Nós temos 25 visitantes online

Previsão do Tempo

OS PREJUÍZOS E DESCONFORTOS CAUSADOS PELA FALTA DE ENERGIA.

PDFImprimirE-mail

Os fornecimentos de energia elétrica e de água potável são imprescindíveis em qualquer comunidade. A inexistência de rede esgotos e de estações de tratamento das águas servidas mostra o grau de preocupação do poder público com o meio ambiente e com as populações localizadas a jusante de determinada localidade. Se em Rio Branco os esgotos forem despejados in natura, sem tratamento, nas águas do Rio Acre; a população de Porto Acre terá sérios problemas em função do consumo daquela água. Se os esgotos de Sena Madureira forem atirados sem tratamento no Rio Iaco, a população da “boca do Iaco” terá sérios problemas de saúde se consumir esta água sem os devidos cuidados.

Os apagões têm proporcionado grandes prejuízos aos comerciantes dos nossos 22 municípios e a toda população, principalmente à de menor poder aquisitivo. Muitos alimentos foram perdidos e muitos foram consumidos fora das condições ideais durante tais eventos, o que acabou acarretando problemas de saúde e despesas extraordinárias para o próprio poder público.

Quando ocorre mais um apagão, a explicação que circula é que houve algum problema no “linhão” que vem de Porto Velho. Será esta a verdade? Será que a carência de proteção; proteção que deveria existir no entorno de cada torre metálica da rede de transmissão é a única responsável pela intermitência na transmissão da energia? Ou será, também, que a estrutura da rede instalada está subdimensionada? Pode ser que a capacidade de abastecimento para determinada localidade seja suficiente para o consumo de 100 residências, por exemplo, enquanto 200 residências estão plugadas no mesmo. Neste caso hipotético, não há como não interromper o fluxo energético porque a chave reversora desligará sistema. A demanda não será suprida e a transmissão será interrompida.

Será que os milhares de transformadores em atividade no Estado estão devidamente dimensionados e em fase de vida útil?

Pode ser que o governo necessite realizar uma readequação na rede instalada, o que implicará em despesas consideráveis. No entanto, se a essência da questão está realmente fora da alçada governamental ou, o povo desta forma pensa; não há muito que se preocupar, pois, neste caso, poderá não haver perda política nas eleições. É uma questão de eficácia da ideologia disseminada pelos detentores do poder; não importa que seja, mas, o que aparenta ser.

O que se observa em quase todas as localidades é que uma obra que não aparece, como uma rede de esgotos, uma rede de abastecimento de água, por exemplo, geralmente, não são executadas, apesar de necessárias. Enquanto uma praça, uma quadra de esportes, uma concha acústica, coisas deste gênero, importantes, porém não tão necessárias quanto as primeiras, são priorizadas porque aparecem e rendem votos.

É importante estar atento e diferenciar o necessário do supérfluo. É mais importante uma obra de infra-estrutura básica do que a simples pintura do meio fio com cal e água. Há que se ficar vigilante quanto ao custo benefício das obras públicas, pois os recursos geridos pelo executivo pertencem ao povo.

PROFESSOR WILLIAM DE FIGUEIRÊDO BITTENCOURT. 26.01.2012.

 

Joomla Templates and Joomla Extensions by JoomlaVision.Com

UFC: Luta de Anões em Santa Rosa

Cotação do dólar